O Magnificat e o Antigo Testamento

Caros amigos,

No Evangelho de hoje, (Lc1,39-56), vemos Maria, a mãe de nosso Senhor, proclamar, quando da ocasião de sua visitação a Isabel, o Magnificat, este canto de louvor a Deus. Pertinentemente, trazemos então uma comparação entre este belo canto e as passagens do Antigo Testamento, mostrando assim como nossa Mãe conhece as Escrituras, e é plenamente conduzida pelo Espírito Santo, ao recitar tão belas palavras:

Magnificat

(Lc 1, 46-55)

Sagradas Escrituras

46 – E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,

Salmo 33, 4:

Engrandecei comigo o Senhor, e exaltemos o seu nome todos à uma.

47 – meu espírito exulta (de alegria) em Deus, meu Salvador,

I, Reis, 2: 1

O meu coração exultou no Senhor, a minha força foi exaltada no meu Deus; a minha boca dilatou-se para responder aos meus inimigos, porque me alegrei na salvação que recebi de ti.

Habacuc, 3: 18

Eu, porém, regozijar-me-ei no Senhor, e exultarei

no Deus meu salvador.

48 – porque lançou os olhos para a baixeza da sua escrava; Portanto, eis que, de hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada.

I Reis, 1, 11:

(Ana): Senhor dos exércitos, se te dignares olhar a aflição da tua serva, e te lembrares de mim, e não esqueceres a tua serva, e deres à tua escrava um filho varão, eu o darei ao Senhor durante todos os dias da sua vida e a navalha não passará pela sua cabeça.

Gênesis, 30, 13:

E Lia disse: Isto é por minha dita, porque as mulheres me chamarão ditosa, por isso o chamou Aser.

49 – Porque fez em mim grandes coisas aquele que é poderoso, e cujo nome é santo.

 Salmo 110, 9:

Enviou a redenção a seu povo; estabeleceu para sempre a sua aliança; Santo e venerável é o seu nome.

50 – E cuja misericórdia (se estende) de geração em geração sobre aqueles que o temem.

 Salmo 102, 17:

Mas a misericórdia do Senhor estende-se desde a eternidade e para sempre sobre os que o temem, e a sua justiça (exerce-se) com os filhos dos filhos.

51 – Manifestou o poder do seu braço; dissipou aqueles que se orgulhavam nos pensamentos do seu coração.

Salmo 70, 19:

e a tua justiça, ó Deus, que chega até aos céus, com a qual tão grandes coisas tens operado: ó Deus, quem é semelhante a ti?

Salmo 117, 16:

A destra do Senhor levantou-me, a destra do Senhor atuou com firmeza.

Salmo: 88, 11

Tu calcastes a Raab, ferido de morte, com a força do teu braço, dispersaste os teus inimigos.

52 – Depôs do trono os poderosos, e elevou os humildes.

Salmo, 146, 6:

O Senhor eleva os humildes, abate os ímpios até à terra.

Eclesiástico, 10, 17:

Deus destruiu os tronos dos príncipes soberbos, e em seu lugar colocou os humildes.

53 – Encheu de bens os famintos, e despediu vazios os ricos.

I Reis, 2, 5:

Os que antes estavam cheios de bens assalariaram-se para terem pão; e os famintos foram saciados; até a estéril teve muitos filhos; e a que tinha muitos, perdeu a força (de os ter).

54 – Tomou cuidado de Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia; 55 – conforme tinha dito a nossos pais, a Abraão e à posteridade, para sempre.

 Miquéias 7, 20:

Tu (ó Senhor) mostrarás a verdade da tua promessa a Jacó, farás misericórdia a Abraão, como juraste a nossos pais desde os dias antigos.

* Comparação extraída do site Montfort.

Em Cristo,

Leandro Nascimento

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Visitação de Nossa Senhora

Caros irmãos,  a paz!

Hoje o Evangelho nos faz refletir sobre a “Visitação de Nossa Senhora” (Lc 1, 39-56). Sabemos que Nossa Senhora foi visitada pelo Arcanjo Gabriel com esta mensagem de amor, com esta proposta de fazer dela a mãe do nosso Salvador. E ela aceitou. E aceitar Jesus é estar aberto a aceitar o outro. O anjo também comunicou a ela que sua parenta – Santa Isabel – já estava grávida. Aí encontramos o testemunho da Santíssima Virgem – no Evangelho de São Lucas no capitulo 1, – quando depois de andar cerca de 100 km ela encontrou-se com Isabel.

[Assim, temos um belo exemplo de como se por a serviço: dizer sim a Deus e estar a disposição dos mais necessitados! Que belo exemplo nossa mãe nos dá!]

Nesta festa, também vamos descobrindo a raiz da nossa devoção a Maria. Ela cantou o Magnificat, glorificando a Deus. Em certa altura ela reconheceu sua pequenez, e a razão pela qual devemos ter essa devoção, que passa de século a século.

“Porque olhou para sua pobre serva, por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações.” (Lucas 1,48)

A Palavra de Deus nos convida a proclamarmos bem-aventurada aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro. É impossível dizer que se ama a Deus, se não se ama o outro. A visitação de Maria a sua prima nos convoca a essa caridade ativa. A essa fé que se opera pelo amor. Amor que o outro tanto precisa.

[Pela ação de Deus, ao olhar para sua serva, as gerações são chamadas a proclamar bem-aventura, aquela que Deus Pai escolheu para ser mãe de Jesus pela ação do Espírito Santo, como negar?]

Quem será que precisa de nós?

Peçamos a Virgem Maria que interceda por nós junto a Jesus, para que sejamos cada vez mais sensíveis à dor do outro. Mas que a nossa sensibilidade não fique no sentimentalismo, mas se concretize através da caridade.

Virgem Maria, Mãe da visitação, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova, com citações do Doutrina.

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Série sobre “História da Igreja” com Prof. Felipe Aquino 9 – Novo Testamento: Registro da História

Olá pessoal, a paz!

Hoje a série sobe a história da Igreja nos fala um pouquinho sobre o Novo Testamento. Os escritos bíblicos do novo testamento mostram as promessas que Cristo fez para a Igreja, sendo registros do que Jesus pregava. Professor Felipe Aquino fala nesse programa sobre os acontecimentos a partir desses registros, aqueles que foram revelados aos apóstolos após a vinda do Paráclito.

Em Cristo,

Leandro.

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Polêmica : Orgias com clérigos no Vaticano? Mentira. Imprensa mundial difunde como notícia invenção de blogueiro espanhol

Nos últimos dias dezenas de veículos de comunicação em todo mundo acusaram o Vaticano de organizar orgias com jovens recrutadas como escravas sexuais por sacerdotes. A nova lenda urbana se apóia na nota de um blogueiro do portal Yahoo a Espanha, que envolveu clérigos no desaparecimento de uma jovem italiana em 1983, manipulando as memórias do famoso exorcista Padre Gabriel Amorth.

Thomas Castroviejo (ou Tom C. Avedaño) publicou na sexta-feira 25 de maio a nota “Emanuela Orlandi foi escrava sexual no Vaticano, afirma o exorcista mor” no blog Gazeta Trotamundos do Yahoo Notícias em Espanhol.

Avendaño –que em seu perfil do LinkedIn.com se apresenta como jornalista colaborador do El Pais, Cadena Ser e Informativos Cuatro– atribui ao Padre Amorth declarações que nunca fez.

“Já de por si cabe esperar palavras surpreendentes e inesperadas do principal exorcista do Vaticano. Mas nada podia ter preparado a Santa Sé para suas últimas declarações: o padre Gabriele Armoth (SIC) assegurou que Emanuela Orlandi, a famosa adolescente romana que foi seqüestrada em 1983, esteve em realidade no Vaticano durante o tempo do seu desaparecimento. Ali, os clérigos a converteram em sua escrava sexual e a usaram em várias orgias. Quando se cansaram dela, assassinaram-na”, escreveu o blogueiro e citou como fonte uma nota aparecida no Daily Telegraph em 22 de maio.

Entretanto, o Daily Telegraph não incluiu sacerdote algum na denúncia. O jornal inglês citou declarações do Pe. Amorth publicadas pelo diário italiano La Stampa no mesmo 22 de maio e mencionou que no desaparecimento de Orlandi um policial que prestava serviços no Vaticano e funcionários estrangeiros de uma embaixada teriam estado envolvidos.

A difamatória tradução de Castroviejo foi considerada como notícia por diversos meios espanhóis e mundiais que difundiram como comprovada a participação de sacerdotes tanto em orgias dentro da Santa Sé como no desaparecimento e provável assassinato da jovem.

[...]

Notícia completa em: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23696

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Palavras do Papa: Deus jamais se cansa de nós e sempre nos consola.

O Papa Bento XVI explicou na manhã de ontem, na audiência geral que “Deus nunca se cansa de nós” e que através da oração sempre consola as pessoas nas suas tribulações.

Na catequese que presidiu diante de milhares de fiéis na Praça de São Pedro, refletindo sobre a oração de São Paulo, Bento XVI afirmou que “buscamos ver a oração cristã como um verdadeiro e pessoal encontro com Deus Pai, em Cristo, mediante o Espírito Santo. Hoje, neste encontro, entram em diálogo o “sim” fiel de Deus e o “amém” confiante dos crentes. E gostaria de destacar esta dinâmica, apoiando-me sobre a Segunda Carta aos Coríntios”.

Bento XVI explicou esta dinâmica em seu breve discurso, apoiando-se na segunda carta aos Coríntios em que o apóstolo escreve: “Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das Misericórdias, Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angustia!” (2Cor 1,3-4)”.

O consolo, disse o Santo Padre, não deve ser entendido como mero conforto, mas, sobretudo, “como encorajamento e exortação para não deixar-se vencer pela tribulação e pela dificuldade”.

“O convite é para viver cada situação unidos a Cristo, que carrega sobre si todo sofrimento e pecado do mundo para levar luz, esperança e redenção. E assim, Jesus nos torna capazes de consolar aqueles que estão à nossa volta e que se encontram em todo tipo de aflição”, acrescentou.

“A profunda união com Cristo na oração, a confiança em sua presença, conduzem à disponibilidade de partilhar os sofrimentos e as aflições dos irmãos”, afirmou também o Papa.

“Nossa vida e o nosso caminho cristão são marcados muitas vezes pela dificuldade, incompreensão e sofrimento. Todos nós sabemos. No relacionamento fiel com o Senhor, em nossa oração constante, cotidiana, podemos também nós, concretamente, sentir a consolação que vem de Deus. E isso reforça a nossa fé, pois nos faz experimentar de modo concreto o “sim” de Deus ao homem, a nós, a mim, em Cristo; faz sentir a fidelidade do Seu amor, que chega até a doação de Seu Filho sobre a Cruz”.

Bento XVI ressaltou logo que a fé, dom gratuito de Deus, “se enraíza na sua fidelidade, no seu “sim”, que nos faz compreender como viver a nossa existência amando Ele e os irmãos. Toda a história da salvação é um progressivo revelar-se desta fidelidade de Deus, apesar das nossas infidelidades e nossas negações, na certeza de que “os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis”, como declara o Apóstolo na Carta aos Romanos (11,29).”.

O Papa sublinhou que o modo de atuar de Deus muito distinto do dos homens: “Diante dos conflitos nas relações humanas, às vezes também familiares, nós somos levados a perseverar no amor gratuito, que requer empenho e sacrifício”.

“Em vez disso, Deus não se cansa de nós, não se cansa nunca de ter paciência conosco e com sua imensa misericórdia nos precede sempre, vem ao nosso encontro por primeiro, é absolutamente confiável este seu “sim”. Na Cruz, Ele nos mostra a medida do seu amor, que não se calcula, não tem tamanho”.

Sobre o “sim” fiel de Deus se inserta também o “amém” da Igreja, que é a resposta da fé com a qual concluem as orações e que expressa nosso “sim” à iniciativa de Deus: ” Em nossa oração, somos chamados a dizer “sim” a Deus, a responder com este “amém” de adesão, de fidelidade a Ele de toda nossa vida. Esta fidelidade não podemos jamais conquistar com as nossas forças, mas é fruto do nosso empenho cotidiano; essa vem de Deus e é fundada sobre o “sim” de Cristo, que afirma: Meu alimento é fazer a vontade do Pai “.

“É neste “sim” que devemos entrar, entrar neste “sim” de Cristo, na adesão à vontade de Deus, para conseguir dizer, como São Paulo, que não somos mais nós a viver, mas é o próprio Cristo que vive em nós. Então, o “amém” da nossa oração pessoal e comunitária envolverá e transformará toda a nossa vida, uma vida de consolação de Deus, uma vida imersa no Amor eterno e inabalável. Obrigado”.

Fonte: ACI Digital

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Formação : Ficha 13 – A Revelação Divina (1ª DV)

Constituição Dogmática DEI VERBUM

Sobre a Revelação Divina

Esta décima terceira Ficha dá início ao estudo da Constituição Dogmática Dei Verbum (DV) e aborda o Proêmio e o Capítulo I que se refere à Revelação de Deus à humanidade, em Cristo Jesus.

Esta Constituição foi um dos últimos documentos a serem aprovados, e a terceira Constituição promulgada pelo Concílio Vaticano II, assinada pelo Papa Paulo VI  e pelos Bispos Conciliares a 18 de novembro de 1965. É o mais breve documento, porém o que foi mais longamente discutido. [...]

Ao dedicar uma Constituição Dogmática [1] sobre a Revelação de Deus, o Vaticano II quis mostrar, como já  o fizera na Sacrossanto Concílio (SC), que tudo na Igreja ‘gravita’ em torno de seu Senhor e que ela existe em função Dele; e que a Revelação de Deus é dinâmica, pois a cada dia Ele se revela à humanidade. Com isso, o Concílio quis ‘dizer’ ao mundo que a Igreja não anuncia a si mesma e tampouco é a Revelação. Ao debruçar-se sobre a relação entre Sagrada Escritura e a Tradição da Igreja, os padres conciliares quiseram dialogar com a sociedade e as ciências modernas e mostrar que a Igreja se atualizava, todavia, a DV insistiu em que a interpretação da Bíblia, fosse feita sempre em comunhão com a Igreja.

Proêmio

O Concílio Vaticano II, vem mostrar, através da Constituição Dei Verbum, que a bússola que orienta a Igreja é a Palavra de Deus, o Verbo de Deus, Aquele que pela Encarnação traduz, revela o Pai e se faz Deus-conosco. De fato, a Igreja funda-se sobre a Palavra de Deus, nasce e vive dela.

Para o cristianismo, Jesus Cristo é a Revelação, o rosto e a palavra de Deus, cheio de graça e de verdade que continua a se revelar no tempo presente. E mais, não é um Jesus qualquer, e não se trata de um personagem histórico, mas o Jesus Cristo real, vivo e vivificante: aquele crido, adorado, vivido e testemunhado pela Igreja. É Ele a Revelação!

Através da DV, o Concílio deseja que as palavras de Jesus Cristo ressoem, assim como ressoou nos apóstolos, em todas as pessoas de boa vontade que acreditam na possibilidade de um mundo melhor ou seja, a  Igreja entende que tem como missão tornar esta mensagem compreensível ao homem moderno (DV1).

Após 45 anos da promulgação da DV, a Exortação Apostólica Pós-Sinodal Verbum Domini (2010), de Bento XVI sobre “a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”, afirma que toda a humanidade é colocada, cotidianamente, diante do mistério de Deus que Se comunica a Si mesmo por meio do dom da Sua Palavra.

A Revelação Divina

No prólogo do Evangelho de João lemos: “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.” O Logos (o Verbo, a Palavra) existe desde sempre (Gn 1,1) e, desde sempre, Ele mesmo é Deus, e como o Verbo é Deus, Deus se dá a conhecer no diálogo do Filho com a humanidade, e revela-Se a Si mesmo em Jesus, desejoso de que os homens se tornem participantes da natureza divina por meio d’Ele, e tenham acesso ao Pai no Espírito Santo (Ef 2,18; 2Pe 1,4).

A DV explicitou a doutrina sobre a Revelação Divina e sua transmissão,não como ‘depósito de verdades’ estático, mas como a vontade livre de Deus de revelar-se ao homem, “para que, ouvindo o anúncio da salvação, o mundo inteiro acredite, acreditando espere, esperando ame” – Final do Proêmio.

Em síntese, a Revelação é uma iniciativa de Deus que independe dos homens e da Bíblia que, enquanto livro, tem um papel fundamental, mas não é mais importante que a Revelação do próprio  Deus, que é dinâmica e atual, e seu objetivo final é estabelecer a comunicação entre Deus e os homens. Poderíamos dizer que Deus nos deu um primeiro “livro” não escrito – a criação, a vida, a natureza, a humanidade – e, diante da dificuldade humana em interpretá-lo, Ele nos deu a Sagrada Escritura, o segundo livro, agora escrito, “um manual” para nos servir de Guia e nos revelar Sua vontade.

Ficha completa em : http://www.ambientevirtual.org.br/fichas-de-estudo/proemioerevelacao/

Fonte: Arquidiocese de Campinas.

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Série sobre “História da Igreja” com Prof. Felipe Aquino 8 – A conversão de Constantino

A paz meus amigos!

Hoje trago a vocês o 8º vídeo da série “História da Igreja” com o Prof. Felipe Aquino. Neste vídeo ele trata sobre a conversão de Constantino e do momento em que foi decretado o fim da perseguição e a instituição do cristianismo como religião oficial do império romano e também começa a falar das grandes heresias enfrentadas pela igreja nos primeiros séculos.

Em Cristo,

Leandro Nascimento.

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