Eu te amo!?!?

“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.” (1 Coríntios 13.4-6)

Ah o amor… como é amor é lindo!

É mesmo?? Hoje em dia se ouve muitas pessoas dizendo “eu te amo!” é amor daqui, amor dali, amor para todos os lados! Mas isso é real? As pessoas sabem o que realmente é o amor?

Essa palavra anda tão saturada, tão usada atualmente, de qualquer forma, de qualquer jeito, que realmente não ouso acreditar que as pessoas saibam do que estão falando. Um casal, mal se conhece e uma semana depois é amor para todos os lados!! Amor nas redes sociais, amor nos aplicativos de comunicação instantânea, amor, amor e amor… Só um momento por favor!

Como pessoas que mal se conhecem podem se amar tanto assim? Claro que a paixão, que é uma emoção completamente diferente pode ocorrer. Quando se está apaixonado se pensa na pessoa a todo momento, quer a pessoa, o algo, o objeto a todo instante perto de você e só pra você. Mas isso não é amor não…

Amor é renúncia a si mesmo, é estar disposto a abrir mão de seus sonhos, de suas Cristo crucificado em contraluz com o sol porvontades para ver o outro feliz. Amor não é apenas alegrias, mas tristezas também, pois abrir mão de muita coisa na sua própria vida não é fácil, mas é uma das coisas que o amor exige. Lembram daquele hino tradicional, que se ouve cantar sobretudo na Semana Santa: “Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão.” Esse é um belo exemplo de prova de amor, entrega, doação e renúncia pelo bem do próximo. Isso é amor!

Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica sobre amor conjugal:

“§1643 «O amor conjugal comporta um todo em que entram todas as componentes da pessoa – apelo do corpo e do instinto, força do sentimento e da afectividade, aspiração do espírito e da vontade –; visa uma unidade profundamente pessoal – aquela que, para além da união numa só carne, conduz à formação dum só coração e duma só alma –; exige a indissolubilidade e a fidelidade na doação recíproca definitiva; e abre-se à fecundidade. Trata-se, é claro, das características normais de todo o amor conjugal natural, mas com um significado novo que não só as purifica e consolida, mas as eleva ao ponto de fazer delas a expressão de valores especificamente cristãos»

Paixão é química. Amor é sentimento e não é tão fácil de se conquistar como aparece nas redes sociais, na mídia, enfim no cotidiano, aos montes, cheios de corações e flechas…  Avaliemos nosso comportamento e nossas atitudes… Que o Senhor Jesus Cristo, nosso exemplo de amor maior, nos abençoe e que Maria nossa Mãe Santíssima interceda por nós, para que realmente exista mais amor no mundo e menos paixão.

Em Cristo,

Leandro.

Referência

http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p2s2cap3_1533-1666_po.html

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Agradar a Deus ou agradar aos homens?

Caros amigos, a paz!

GosLogoOficialtaria de compartilhar com vocês uma reflexão pessoal, sobre algo que muito me irrita e entristece. Para que rumo nossas Comunidades estão caminhando? Elas realmente procuram agradar a Deus, seguindo estritamente as normas litúrgicas estabelecidas pela Sã Doutrina, durante a Santa Missa? Os párocos seguem as orientações do sucessor de Pedro, o Papa? Ou em busca de uma assembléia lotada, fazem tudo o que é impróprio e indigno para o momento?

Ouvir de algumas pessoas “não vamos brigar com os demais” e “eu li a instrução do Papa, mas vamos manter a paz na comunidade” é como dizer “Eu li, sei, mas ignoro, para que ninguém faça cara feia”.

Muito me entristece ver a falta de respeito de muitas pessoas, leigos e sacerdotes, durante a Santa Missa. Os leigos podem até não saber o que de fato é a missa (é o sacrifico da cruz atualizado de forma incruenta sob o altar)o que já é um absurdo, mas é real, mas o que dizer sobre os sacerdotes? Como eles podem não saber? Como permitir que no lugar da imagem do crucificado haja uma imagem do Cristo ressuscitado, ou o Cristo voador, que voa, sobe e sobe e não vai a lugar algum? Como permitir que no presbitério, lugar do sacrifício haja tamanha falta de noção, ao deixar os jovens dançarem? E o que acontece com o hino do glória? Todos viram o chamado “bonecão de posto” balançando os braços…

Não sei o que acontece, mas parece que há uma busca incessante por lotar as assembléias e atrair a juventude, mas da maneira errada. Uma fé esvaziada, baseada em brincadeiras e não na salvação que veio da cruz.

Muitas vezes somos taxados de chatos ou intolerantes, mas não é isso, eu não posso acreditar em algo e fazer outra coisa! Não posso compactuar com tais abusos!

Recentemente houve a divulgação de um documento pelo Vaticano que pede para que cessem os abusos durante o cumprimento da paz… Pois bem, é só mais um exemplo de que sacerdotes e muitos leigos ignoram tal instrução e saem pela igreja toda abraçando e beijando a todos, inclusive os sacerdotes que saem do presbitério para andar por todo lado.

O que acontece? Só me vem isso à mente, é uma busca incessante por agradar aos homens, ao próprio ego, é uma tentativa esvaziada e errônea de tornar a missa mais dinâmica. Mas te digo, a Missa não precisa disso. A Missa é o que é e basta.

Podem me rotular de chato, intolerante, tradicionalista ou o que for, mas não compactuo com isso. Posso errar muito em minha humana vida, mas faço meu melhor para não errar quando se trata de agradar a Deus, no Santo sacrifício da Missa.

Neste pequeno post-desabafo, (sem citar nenhum documento, eu sei), só relato algo que é real em nossas comunidades. E sei muita gente não vai gostar. Mas te peço do fundo do coração: qual deve ser nosso comportamento diante do Calvário? Como Nossa Senhora se comportou? Quem fazia festa? Reflitamos.

Em Cristo,

Leandro.

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Os primeiros milagres de Nossa Senhora Aparecida

Olá amigos, a paz!

ImagemCompartilho também com vocês, este texto que relata os primeiros milagres de Nossa Senhora Aparecida! Esses relatos são apenas alguns dos primeiros, existem milhões, basta visitar a sala dos milagres na Basílica de Aparecida e podemos contemplar com nossos olhos como a intercessão de nossa mãe é poderosa!

Milagre das velas

Estando a noite serena, repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram. Houve espanto entre os devotos, e Silvana da Rocha, querendo acendê-las novamente, nem tentou, pois elas acenderam por si mesmas. Este foi o primeiro milagre de Nossa Senhora.

 

A libertação do escravo Zacarias

O escravo Zacarias havia fugido de uma fazenda no Paraná e acabou sendo capturado no Vale do Paraíba. Foi caçado e capturado por um famoso capitão do mato e, ao ser levado de volta, preso por correntes nos pulsos e nos pés, e como passassem perto da capela da Santa, pediu permissão para rezar diante da imagem. Rezou com tanta devoção que as correntes milagrosamente se romperam, deixando-o livre. Diante do ocorrido, seu senhor acabou por libertá-lo.

O cavaleiro ateu

Um cavaleiro que passava por Aparecida, vendo a fé dos romeiros, zombou deles e tentou entrar na igreja a cavalo para destruir a imagem da santa. Na tentativa, as patas do cavalo ficaram presas na escadaria da igreja. Até hoje pode-se ver a marca de uma das ferraduras em uma pedra, na sala dos milagres da Basílica Nova.

A cura da menina cega

Uma menina cega, ao aproximar-se, com a mãe, da Basílica, olhou em direção a ela e, de repente, exclamou “Mãe, como aquela igreja é bonita.” Estava enxergando, perfeitamente curada.

Menino no rio

O Pai e o filho foram pescar, durante a pescaria a correnteza estava muito forte e por um descuido o menino caiu no rio e não sabia nadar, a correnteza o arrastava cada vez mais rápido e o pai desesperado pede a Nossa Senhora Aparecida para salvar o menino. De repente o corpo do menino para de ser arrastado, enquanto a forte correnteza continua e o pai salva o menino.

O Caçador
Um caçador estava voltado de sua caçada já sem munição, de repente ele se deparou com uma enorme onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacar, então o caçador pede desesperado a Nossa Senhora Aparecida por sua vida, a onça vira e vai embora.

Fonte: http://www.catequisar.com.br

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A história de Nossa Senhora Aparecida

APARECIDA

Amigos, a paz! Amanhã é dia de Nossa Senhora Aparecida, nossa Rainha e Padroeira. Portanto, convido-vos a conhecer um pouco mais da história da aparição da imagem.

A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal , Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto – MG.

Convocado pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram a procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram. Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu.

Durante 15 anos seguidos, a imagem ficou com a família de Felipe Pedroso, que a levou para casa, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar. A devoção foi crescendo no meio do povo e muitas graças foram alcançadas por aqueles que rezavam diante a imagem.João Alves lançou a rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Lançou novamente a rede e apanhou a cabeça da mesma imagem. Daí em diante os peixes chegaram em abundância para os três humildes pescadores.

basilica-antiga

A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. A família construiu um oratório, que logo tornou-se pequeno. Por volta de 1734, oVigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava, e, em 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).

No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora “Aparecida” das águas.

A 8 de setembro de 1904, a Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi coroada, solenemente, por D. José Camargo Barros. No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor.

Vinte anos depois, a 17 de dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município. E, em 1929, nossa Senhora foi proclamada RAINHA DO BRASIL E SUA PADROEIRA OFICIAL, por determinação do Papa Pio XI.

Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendoConstrução Basílica Nova e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena.Era necessário a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início em 11 de Novembro de 1955 a construção de uma outra igreja, atual Basílica Nova.

Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida: Santuário Nacional; “maior Santuário Mariano do mundo”.

BASÍLICA

O Padre Francisco da Silveira, que escreveu a crônica de uma Missão realizada em Aparecida em 1748,qualificou a imagem da Virgem Aparecida como “famosa pelos muitos milagres realizados”. E acrescentava que numerosos eram os peregrinos que vinham de longas distâncias para agradecer os favores recebidos.

Adaptado do texto de Pe. Antonio Queiroz dos Santos, C.Ss.R.

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Nossa Senhora Aparecida : conhecendo um pouco mais a imagem de nossa Padroeira

Queridos leitores, a paz do Senhor e o amor de Maria!

Gostaria de trazer a vocês maiores detalhes da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. A imagem é ricamente adornada, modelada com amor, carinho e respeito pela mãe do Salvador.

nsra_aparecidabA Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi encontrada no rio Paraíba na segunda quinzena de outubro de 1717, é de terracota, isto é, argila que, depois de modelada, é cozida em forno apropriado, medindo 40 centímetros de altura.
Quando foi pescada, o corpo estava separado da cabeça e, muito provavelmente, sem a policromia original,devido aos anos em que esteve mergulhada nas águas e no lodo do rio.
A cor acanelada com que, hoje, é conhecida, deve-se ao fato de ter sido exposta, durante anos, ao picumã das chamas das velas e dos candeeiros. Seu estilo é seiscentista, como atestam alguns especialistas que a estudaram. […]
Em 1978, após o atentado que a reduzira em quase duzentos fragmentos, foi totalmente reconstituída pela artista plástica Maria Helena Chartuni, na época, restauradora do Museu de Arte de São Paulo. Ainda conforme estudos dos peritos, a Imagem foi moldada com argila paulista, da região de Santana do Parnaíba, situada na Grande São Paulo.

O mais difícil foi determinar o autor da pequena imagem, pois não está assinada ou datada. Assim, após um estudo comparativo, os peritos chegaram à conclusão de que se tratava de um escultor, discípulo do monge beneditino Frei Agostinho da Piedade, e também seu colega de Ordem, Frei Agostinho de Jesus.

Descrição dos detalhes:
nsra_aparecidaCaracterizam seu estilo: forma sorridente dos lábios, queixo encastoado, tendo, no centro, uma covinha; penteado, flores em relevo, nos cabelos, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás.

Coroa e Manto

A partir de 8 de setembro de 1904, quando foi coroada, a imagem passou a usar, oficialmente, a coroa ofertada pela Princesa Isabel, em 1884, bem como o manto azul-marinho.

Adaptado do texto do Pe. Antonio Queiroz dos Santos, C.Ss.R.

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