Idolatria?

Contradições do mundo protestante sobre as imagens 

Jaime Francisco de Moura

           Ainda que alguns protestantes se manifestem a favor do uso de imagens, é muito comum encontrarmos posições críticas a esse respeito. Na maioria das vezes, os protestantes apresentam algumas inconsistências dignas de serem observadas.

Antes de tudo é bom sempre lembrar que:

  • A própria Bíblia é uma imagem: as palavras impressas sobre o papel nada mais são do que símbolos gráficos que excitam os olhos resultando na imaginação responsável pela compreensão do texto. Em verdade, a Bíblia é a imagem da Palavra de Deus.
  • Imagem não é apenas escultura: muito pelo contrário, abrange também pinturas, gravuras, fotografias, desenhos, imagens em 3D e quaisquer outras formas que estimulem a visão. É, portanto, inconcebível que as mesmas igrejas que atacam as imagens sacras defendidas pelos católicos distribuam folhetos, Bíblias e estudos bíblicos ilustrados, quer para crianças, quer para adultos – pois senão também estarão afrontando o Mandamento divino de (Êxodo 20,4) , como dizem que os católicos afrontam…

Não sei se o caro leitor já teve a oportunidade de ver em alguns panfletos protestantes, ou até mesmos livros, algumas imagens que são utilizadas por eles. Abaixo, apresento algumas delas distribuídas pelos protestantes que costumam a acusar os católicos de idólatras:

1) Imagem do rosto de Cristo no folheto “Ele é a solução”, produzido e distribuído pelos Adventistas do 7º Dia: qualquer semelhança com as imagens católicas de Cristo não é mera coincidência.

2) Imagem de Jesus e os discípulos em um barco no “Livro Vida discipular” da Editora LifeWay.

3) Imagem de Jesus e as crianças na “Bíblia Sagrada” da Sociedade Bíblica do Brasil, concordando, é claro, com as mesmas ilustrações utilizadas pela Igreja Católica.

4) Imagem desenhada representando a visita dos Reis Magos no “Caderno Bíblico nº 1/NT” da Sociedade Bíblica do Brasil: a cena se refere a (Mt 2,1-12), porém concorda com a tradição católica de 3 reis magos, já que esse número não é explicitamente citado pela Bíblia. Bom exemplo do uso de imagens para a catequese.

5) Marcador de livro distribuído por um candidato membro da Assembléia de Deus de Santos, durante as Eleições de 1998: a cena apresenta Moisés e os hebreus atravessando o Mar Vermelho. Outro ótimo exemplo do uso de imagens para fins catequéticos.

6) História em quadrinhos produzida pelo americano J.T.C. e distribuída por diversas igrejas protestantes: embora sua real intenção seja combater Maria Santíssima, acaba retratando-a de acordo com a tradição católica. 

7) Imagem de Jesus Cristo no folheto “Quem realmente governa o mundo”, produzido pela Sociedade Torre da Vigia e distribuído pelas Testemunhas de Jeová: Cristo representado com barba e cabelos longos concordam com as imagens católicas.

8 ) Estátua de um anjo sobre o templo Mórmon de Salt Lake City, segundo revista “Despertai”, de 08/11/1995: exemplo de imagem em escultura no meio protestante.

                Falta-nos ver, então o que diz as Escrituras Sagradas e finalmente, a posição oficial da Igreja sobre as imagens.

Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro, fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa. Terão esses querubins suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a tampa, sobre a qual terão a face inclinada. (Êxodo 25,18-20) obs: Não devemos esquecer que querubins são imagens de escultura.

                Acima da porta, no interior e no exterior do templo, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo estava coberto de figuras:  querubins e palmas, uma palma entre dois querubins. Os querubins tinham duas faces:  uma figura humana de um lado, voltada para a palmeira, e uma face de leão voltada para a palmeira, do outro lado, esculpidas em relevo em toda a volta do templo. Desde o piso até acima da porta, havia representações de querubins e palmeiras, assim como na parede do templo. (Ezequiel  41, 17-20) obs: aqui podemos ver até figura humana,  face de leão, palmeiras etc. O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e Deus se manifestou nesse templo e o encheu de sua glória.

                “Fez no santuário dois querubins de pau de oliveira, que tinham dez côvados de altura. Cada uma das asas dos querubins tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra. O segundo querubim tinha também dez côvados; os dois tinham a mesma forma e as mesmas dimensões. Um e outro tinham dez côvados de altura. Salomão pô-los no fundo do templo, no santuário. Tinham as asas estendidas, de sorte que uma asa do primeiro tocava uma das paredes e uma asa do segundo tocava a outra parede, enquanto as outras duas asas se encontravam no meio do santuário. Revestiu também de ouro os querubins. Mandou esculpir em relevo em todas as paredes da casa, ao redor, no santuário como no templo, querubins, palmas e flores abertas”. (1 Reis 6, 23-29)

                Confira mais em: (Êxodo 25,22) ( 2 Crônicas 3, 10-14)  (Ezequiel 41, 17-21) (2 Samuel 6,2) (1 Reis 7, 23-26) (Êxodo 26, 1-2)

                Agora vamos a posição oficial da Igreja. Esta pode ser retirada do Catecismo da Igreja Católica.  

  • 476. Visto que o Verbo se fez carne assumindo uma verdadeira humanidade, o corpo de Cristo era delimitado. Em razão disto, o rosto humano de Jesus pode ser ‘representado’ (Gl 3,1). No VII Concílio Ecumêncio [=II Concílio de Nicéia] a Igreja reconheceu como legítimo que Ele seja representado em imagens sagradas.
  • 1159. A imagem sacra, o ícone litúrgico, representa principalmente Cristo. Ela não pode representar o Deus invisível e incompreensível; é a encarnação do Filho de Deus que inaugurou uma nova ‘economia’ das imagens: “Antigamente Deus, que não tem nem corpo nem aparência, não podia em absoluto ser representado por uma imagem. Mas agora, que se mostrou na carne e viveu com os homens, posso fazer uma imagem daquilo que vi de Deus. (…) Com o rosto descoberto, contemplamos a glória do Senhor” (São João Damasceno, Imag. 1,16).
  • 1160. A iconografia cristã transcreve pela imagem a mensagem evangélica que a Sagrada Escritura transmite pela palavra. Imagem e palavra iluminam-se mutuamente: “Para proferir sucintamente a nossa profissão de fé, conservamos todas as tradições da Igreja, escritas ou não escritas, que nos têm sido transmitidas sem alteração. Uma delas é a representação pictórica das imagens, que concorda com a pregação da história evangélica, crendo que, de verdade e não na aparência, o Verbo de Deus se fez homem, o que é também útil e proveitoso, pois as coisas que se iluminam mutuamente têm sem dúvida um significado recíproco” (II Concílio de Nicéia, DOC 111).
  • 1161. Todos os sinais da celebração litúrgica são relativos a Cristo: são-no também as imagens sacras da santa mãe de Deus e dos santos. Significam o Cristo que é glorificado neles. Manifestam a nuvem de testemunhas’ (Hebreus 12,1) que continuam a participar da salvação do mundo e às quais estamos unidos, sobretudo na celebração sacramental. Através dos seus ícones, revela-se à nossa fé o homem criado ‘à imagem de Deus’ e transfigurado ‘à sua semelhança’, assim como os anjos, também recapitulados por Cristo […].
  • 1162. “A beleza e a cor das imagens estimulam a minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus” (São João Damasceno, Imag. 1,27). A contemplação dos ícones santos, associada à meditação da Palavra de Deus e ao canto dos hinos litúrgicos, entra na harmonia dos sinais da celebração para que o mistério celebrado se grave na memória do coração e se exprima em seguida na vida nova dos fiéis.
  • 2130. No entanto, desde o Antigo Testamento Deus ordenou ou permitiu a instituição de imagens que conduziriam simbolicamente à salvação através do Verbo encarnado, como são a serpente de bronze (Nm 21,4-9) (Sb 16,5-14) (Jo 3,14-15), a arca da aliança e os querubins (Ex 25,10-22) (1Rs 6,23-28) (7,23-26).
  • 2131. Foi fundamentando-se no mistério do Verbo encarnado que o sétimo Concílio Ecumênico, em Nicéia (em 787), justificou, contra os iconoclastas, o culto dos ícones: os de Cristo, mas também os da Mãe de Deus, dos anjos e de todos os santos. Ao se encarnar, o Filho de Deus inaugurou uma nova economia de imagens.
  • 2132. O culto cristão de imagens não é contrário ao primeiro mandamento que proíbe os ídolos. De fato, “a honra prestada a uma imagem se dirige ao modelo original” (São Basílio, Spir. 18,45), e “quem venera uma imagem, venera nela a pessoa que nela está pintada” (II Concílio de Nicéia, DS 601). A honra prestada às santas imagens é uma veneração respeitosa, e não uma adoração, que só compete a Deus: “O culto da religião não se dirige às imagens em si como realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não termina nela, mas tende para a realidade da qual é imagem” (São Tomás de Aquino, S.Th. 2-2,81,3,ad 3).
  • 2691. […] A escolha de um lugar favorável não é sem importância para a verdade da oração: para oração pessoal, pode ser um ‘recanto de oração’, com as Sagradas Escrituras e imagens sagradas, para aí estar ‘no segredo’ diante do Pai. Numa família cristã, essa espécie de pequeno oratório favorece a oração em comum; […]
  • 2705. A meditação é sobre tudo uma procura. O espírito procura compreender o porquê e o como da vida cristã a fim de aderir e responder ao que o Senhor pede. Para tanto é indispensável uma atenção difícil de ser disciplinada. Geralmente, utiliza-se um livro, e os cristãos dispõem de muitos: as Sagradas Escrituras, o Evangelho especialmente, as imagens sagradas, os textos litúrgicos do dia ou do tempo, os escritos dos Padres espirituais, as obras de espiritualidade, o grande livro da criação e o da história, a página do ‘Hoje’ de Deus.


Sobre Doutrina Católica

O Doutrina Católica é um espaço mantido por fiéis leigos da Santa Igreja Católica. Estamos cansados de tantos ataques externos e tanto desconhecimento também dos próprios católicos, por isso nossa intenção com o blog é divulgar e defender a Igreja Católica. Estamos abertos a discussão e a parcerias, ajude-nos a crescer!
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8 respostas para Idolatria?

  1. Henrique disse:

    Louvo a Deus pelo trabalho de vocês em defesa da Igreja de Deus, pela inteligência, coragem, ousadia… que o Espírito Santo confere aos que se levantam a favor da verdadeira Igreja do Senhor. Já irei postar este artigo ainda hoje, no meu blog henrique-viveremdeus.blogspot.com.

    Abraço.

    Henrique – São Luís – MA

    • Prezado Henrique, a paz do Senhor!

      Agradecemos suas palavras de incentivo e pedimos com humildade que reze por nós, para que o Espírito Santo de Deus nos conduza em nosso apostolado. Esteja sempre conosco nos ajudando a crescer e a divulgar a doutrina da Igreja de Cristo, a Una, Santa, Católica e Apostólica.

      In corde Iesu,
      Equipe Doutrina Católica.

  2. Richard Lemos disse:

    Dizem que a maior idolatria evangélica é a idolatria que eles fazem a Bíblia. Discordo parcialmente. Depois do dinheiro, para mim a maior idolatria evangélica é feita pelo crente a si mesmo. Explico. Uma das contestações de Lutero seria a infabilidade papal. Ou seja, o papa não deve ser tido como infalível na interpretação da Bíblia. O que ocorre com o evangélico ? Ele interpreta a Bíblia por conta própria e faz de si mestre de si mesmo. Tão logo contrariado a partir da leitura que fez, deixa uma denominação por outra. Por vezes funda uma nova denominação. Por isso se dividem, pois não há um evangélico que leia a Bíblia que admita opinião alheia. Ele que não aceita a infabilidade do papa, torna-se um Super Papa, admitindo apenas a sua interpretação e fazendo-se sábio aos seus próprios olhos torna-se “infalível” em matéria de fé e doutrina. Uns atacam os outros de hereges, pois todos pensam ter condições de intepretar as escrituras por si sós. A Bíblia não é adorada, mas apenas usada para que cada crente firme suas convicções pessoais. A adoração se faz a si próprio. É comum ouvir de um crente a expressão: “falta conhecimento bíblico ao fulano.” OU seja, só ele é que tem conhecimento bíblico para julgar todas as coisas. O crente é idolo de si mesmo. E na prática será salvo quem melhor interpretar a Bíblia. A Bíblia é usada para escolha de denominações, pastores e doutrinas que se pretende seguir. Na prática, o crente é salvo por méritos próprios. Tudo depende dele e não mais de Jesus. Tudo depende da leitura que ele faz da Bíblia. Jesus morreu na cruz, sofreu, padeceu e depois nos deixou por conta própria. E o interessante é que a Biblia não fala de si como a única fonte de revelação. Paulo manda que guardemos as tradições. A Bíblia proíbe ainda a interpretação privada(Pedro) e destaca a Igreja como coluna e sustentáculo da verdade(Timóteo). O crente faz tudo diferente do que a Bíblia ensina e ainda tem coragem de se dizer defensor da palavra de DEUS. Mas e o Espírito Santo ? Se o Espírito Santo auxiliasse de fato o crente na sua interpretação privada estaria contrariando o ensinamento da Bíblia a interpretação pessoal. E não teríamos milhares de doutrinas e denominações diferentes. Todos interpretariam de um mesmo jeito. Mesmo que o papa ou um pastor qualquer tivesse a maldade de interpretar propositalmente a Bíblia de forma errada para enganar o povo ou para proveito próprio, tão logo o cristão lesse a Bíblia contando com o auxílio do Espírito Santo, estaria isento de cometer erros e poderia perceber o engano. Por que Jesus instituiu a Igreja ? Por amor. Conhecendo o coração humano que é dúbio, vacilante, enganoso, vaidoso e orgulhoso, não pretendeu nos deixar por conta própria. E há uma enorme vantagem nisto. Se fosse possível a Igreja enganar-se, ainda poderíamos argumentar com Jesus que o erro não é nosso. Mas o que diremos a Jesus se recusarmos a Igreja e optarmos por nossa Interpretação privada que sistematicamente será equivocada ? Se assumimos a condição de intérpretes já não somos inocentes. Somos culpados pelos erros que cometemos e até mesmo pelas conversões que produzimos. Não entramos no reino e acabamos não deixando que outros entrem. Exatamente porque se julgam super papas, acabam se auto induzindo a erro. Como assim ? Sendo “bons” demais na interpretação da Bíblia, cada qual com a sua, acabam por não admitir que possam ser enganados. E quanto mais alto está o soberbo, mais feia a queda. Por isto mesmo são vítimas dos lobos vorazes. Mas não podem admitir que estão sendo enganados. São mestres e doutores em Bíblia. São estes mesmo super papas que achando-se bons demais dizem para si mesmo: “Eu me confessar para padre ? Eu me submeter a Roma ? Eu acatar o que o papa diz ? E depois irão dizer: Eu permanecer nesta denominação herética ? Eu me submeter a este pastor ? Eu vou fundar uma nova denominação para pregar o “evangelho puro”. Eu vou trocar de denominação e vou seguir uma igreja que pregue um “evangelho puro”. Como é possível a um super papa receber instrução e correção de qualquer tipo ?

    • Olá Richard, a paz do Senhor!

      Excelente comentário. Como seria bom se todas as pessoas pudessem ver claramente tantas contradições protestantes… Peçamos a Deus esta graça.
      Visite-nos sempre, e pedimos humildemente que reze para que nosso apostolado possa continuar a divulgar cada vez mais a Doutrina Católica.

      In corde Iesu,
      Leandro Nascimento
      Doutrina Católica

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  4. Lilian disse:

    PROTESTANTISMO – PEGADINHAS PARA OS INTÉRPRETES “INFALÍVEIS” DA BÍBLIA
    Havia uma denominação protestante com 1.000 seguidores.

    Um dia o pastor da denominação começou a pregar a Teologia da Prosperidade.
    Parte do grupo revoltou-se, então começaram brigas e debates em torno daquela pregação.
    Um grupo que discordou veementemente do pastor resolveu sair da denominação. Era um total de 200 membros dissidentes.
    Estes acusavam o pastor de pregar contra a palavra de DEUS. Destes 200 membros dissidentes, 10 abriram novas denominações.
    Os outros 190 restantes dividiram-se por outras denominações já existentes.
    Vamos dar um exemplo de como ficaram as divisões a partir da denominação que tinha inicialmente 1.000 membros:

    800 seguidores permaneceram na denominação do pastor que começou a pregar a Teologia da Prosperidade.

    Dos 200 ex-seguidores, agora dissidentes, 10 deixaram a denominação e fundaram mais 10 novas igrejas protestantes.

    Estas 10 novas denominações adotaram linhas diferentes. 1 abraçou Lutero, 1 abraçou Calvino, 1 abraçou Wesley, 1 tornou-se Batista, 1 virou Pentecostal, 1 virou Neopentecostal, 1 abraçou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, 1(uma) outra permitiu que mulheres fossem pregadoras, 1 começou a pregar o evangelho judaizante e 1(uma) última adotou a confissão positiva.

    Os outros 190 ex-seguidores dividiram-se em outras denominações já existentes, sendo que:

    20 foram para uma denominação que batizava e repudiava o divórcio.

    30 foram para uma denominação que também repudiava o divórcio, mas não batizava.

    40 foram para uma denominação que batizava, repudiava o divórcio, mas que praticava o evangelho judaizante condenado pelas demais.

    10 foram para um denominação cujo pregador líder era favorável ao aborto.

    Os outros 100 membros dissidentes dividiram-se ainda por diversas igrejas, sendo que parte tornou-se Luterana, parte tornou-se Calvinista, parte tornou-se Batista e um outro grupo resolveu adotar igrejolas Neopentecostais, favoráveis à unção do zoológico ou à unção do leão ou ainda à adoração da Arca da Aliança.

    Um grupo ainda pequeno resolveu abraçar o grupo conhecido como “sem igrejas”.

    Quais são as nossas dúvidas ?

    1)Qual destes grupos reteve a sã doutrina dos apóstolos ?

    2)Qual destes grupos pratica o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo ?

    3)Qual destes grupos deve ser considerado como herege ?

    4)Todos estão salvos ?

    5)Estando todos salvos, independentemente de denominação e do Cristo que cada grupo segue em cada igreja, poderíamos dizer que o importante para a salvação é tão e somente o rótulo protestante ?

    6)Se todos estão salvos, por que brigaram e se dividiram ?
    Por que se dividem se todos já alcançaram a suprema graça ?
    Não deveriam estar comemorando a “salvação” de todos ?

    7)Se todos estão salvos, por que precisam se agrupar e criar igrejas ?

    8)Qual destes grupos representa a igreja primitiva ?

    9)Se todos estão salvos e salvação não pode ser perdida, conforme tese protestante e, se uns chamam aos outros de hereges, razão pela qual se dividiram, podemos dizer que heresia não condena ninguém ao inferno ?

    10)Se heresia não leva ninguém ao inferno, podemos dizer que não faz diferença o Cristo que se prega ou Cristo que se pretende seguir ?
    Neste caso, por que os católicos estão condenados se tanto faz o Cristo que se segue ou que se prega ?
    Vale qualquer Cristo, desde que o fiel desfile com o rótulo protestante ?
    Então por que você diz que placa de igreja não salva ninguém?
    Claro que salva. Sendo uma denominação protestante, tanto faz o Cristo que se prega, que todos os seus membros já estão salvos, porque fizeram o favor de “aceitar” Jesus.
    E todos são “irmãos” em Cristo.
    Quem prega o aborto é “irmão” em Cristo daquele que condena.
    Quem prega Teologia da Prosperidade é “irmão” em Cristo daquele prega o Evangelho de Cruz.
    E todos formam o “Povo de DEUS”, onde só entra quem frequenta denominação protestante.
    Eu sempre soube pela Bíblia que é Jesus que nos escolhe. Mas com o protestante se dá o contrário.
    É ele quem decide quando e como “aceitar” Jesus.

    11)Se heresia não condena ninguém e a salvação está restrita aos grupos protestantes, ainda que escandalosamente divergentes entre si, podemos dizer que o importante para a salvação é tão e somente levantar o dedo em qualquer denominação protestante e “aceitar” Jesus ?

    12)Se todos estão salvos a partir do “aceitar” Jesus, por que pastores, por que templos, por que cultos, por que pregações, por que comprar dvd’s, por que música Gospel, por que dízimos ?
    Alguém fica mais ou menos salvo se praticar ou não todas estas coisas ?
    O que pode ser mais importante do que a salvação ?
    13)Se os “sem igreja” estão salvos, tal como os que frequentam denominações, podemos dizer que igrejas protestantes não servem para nada ? Porque todos os grupos se dizem salvos, incluindo os “sem igreja”. E todos se dizem inspirados pelo Espírito Santo.

    Qual destes grupos ou denominações está interpretando corretamente a Bíblia ?

    Se nem todos estão interpretando corretamente a Bíblia, quais destes grupos está sendo assistido de fato pelo Espírito Santo ?
    Se todos são assistidos pelo Espírito Santo, é possível que todos sejam tão divergentes uns dos outros ?

    14)Se alguns permaneceram com o pregador da Teologia da Prosperidade, outros dele fugiram, e os que se foram também não permaneceram juntos, pergunta-se onde está na Bíblia a permissão para cada grupo tomar a decisão que tomou ? Onde está na Bíblia a permissão para se trocar de denominação ? Onde está na Bíblia a permissão para permanecer na denominação ?

    Quem está certo ?

    Onde podemos encontrar na Bíblia a quantidade de vezes que cada crente pode mudar de denominação ?

    Onde está na Bíblia que alguém insatisfeito pode fundar uma nova denominação ?

    Qual é o único ponto comum em todos os grupos protestantes ?

    Resposta:

    O ódio ao catolicismo, do qual nada conhecem, e cuja caricatura lhes é apresentada por ignorantes e por vezes por lobos devoradores.
    Agora pense, Sr.Protestante,
    Como você protestante pretende convencer a qualquer católico sobre sua doutrina, ou melhor, sobre suas milhões e divergentes doutrinas, se antes de qualquer coisa este mesmo católico deve acreditar que não existe homem algum “infalível”, ou seja, não existe homem algum confiável em matéria de fé e doutrina ?
    Por que um católico deveria ouvir protestantes, se estes mesmos se declaram não confiáveis em matéria de fé e doutrina ?
    Sr.Protestante, se você atribui a si próprio o dom da infalibilidade que negou a Pedro…
    Todos divergentes entre si e cada protestante “infalível” para si mesmo…
    Convenhamos, Sr.Protestante: Você não está atrás da verdade, mas apenas quer estar “certo”, fazendo-se sábio aos seus próprios olhos.
    Por isto se diz: “A letra mata, mas o espírito vivifica”.
    Autor: V.De Carvalho com a colaboração de A.Silva

  5. luiz disse:

    todos os argumentos aqui dados por catolicozinhos são todos para se jogar no lixo.. aceitem… vcs não seguem a bíblia. e ponto final queridos.. aceitem meus irmãos…! 🙂

    • Caro Luiz, a paz do Senhor!

      Engraçado! Penso que todos os argumentos dados pelos Protestantezinhos são inúteis e desprezíveis. Aceitem, vocês deturpam a Palavra, desonram a Virgem Maria, e mutilaram a Bíblia. E ponto final, amparado pela Tradição Apostólica.

      Em Cristo, Leandro.

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