Acredito que a laicização do clero e a clericalização dos leigos é um dos grandes males que assolam nossa Igreja. Ambos são importantes, mas cada um representando aquilo que realmente é, quer seja leigos ou sacerdotes. Em ambos os casos deve-se ter coerência na opção de vida, sendo “sim, sim, não, não”. Eu apoio o uso da batina, ou pelo menos do clerygman. Isso é tradição, isso é Igreja Católica. Chega de secularização e modernização, vivamos a fé sem medos, obstáculos e barreiras que as vezes nós mesmos colocamos.

Em Cristo!

Dominus Vobiscum

Queira ou não queira o caso envolvendo o Padre Paulo Ricardo e a carta assinada por 27 sacerdotes ainda anda dando o que falar. Não apenas pelo fato estapafúrdio de ver clérigos (ainda que vermelhos e ávidos defensores da excomungada Teologia da Libertação) recriminando um sacerdote que ensina a verdadeira doutrina, mas também pelo conteúdo das acusações. Sei que o padre Paulo já falou sobre o caso, sei que o bispo também já se pronunciou com um texto um tanto quanto confuso e indefinido, mas queria chamar a atenção sobre um fato levantado na carta: O uso ou não da batina e do clerygman pelos sacerdotes e seminaristas.

Hoje lendo o blog Tubo de Ensaio me deparei com esse texto escrito pelo blogueiro Marcio Antônio Campos, que fala de uma pesquisa sobre o uso da batina. Veja que interessante:

Nos últimos dias vários blogs católicos promoveram uma…

Ver o post original 795 mais palavras

Anúncios

Sobre Doutrina Católica

O Doutrina Católica é um espaço mantido por fiéis leigos da Santa Igreja Católica. Estamos cansados de tantos ataques externos e tanto desconhecimento também dos próprios católicos, por isso nossa intenção com o blog é divulgar e defender a Igreja Católica. Estamos abertos a discussão e a parcerias, ajude-nos a crescer!
Esse post foi publicado em Apologia, Doutrina Católica, Notícias, Reflexão e marcado , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para

  1. Não é o hábito que faz o monge nem o santo. Caminhamos na Terra com a roupa espiritual que é equivalente à nossa missão em vida na Terra. Se uma missão é temporária ou não, a cor e o comprimento têm significado. Agradecida estou por escrever estas humildes palavras. Obrigada.

    • Cara Maria, a paz!

      Não é o hábito que faz o monge, ou a roupa que vestimos que nos qualifica pelo que realmente somos. Mas pelas vestes sacras, podemos identificar nossos sacerdotes, que não vivem para este mundo, mas para o que há de vir. Tudo realmente tem um significado.

      Em Cristo,
      Leandro.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s